Meu nome é André Moura. Já fui chamado de vários apelidos na vida, um (que não vou contar aqui) durou muitos anos e eu era tão conhecido por ele que muitos nem sabiam meu nome. Mas voltei nos últimos anos a ser chamando de André.

Tendo a achar que isso aconteceu junto com uma mudança de rumo que tive na vida.

Durante anos participei de muitos projetos ligado à Web e ao desenvolvimento de software. Mas em muitos deles carreguei a sensação de que algo não estava certo. Muito do que era criado era pouco ou mal aproveitado pelos usuários, sendo que testemunhei vezes em que os projetos deixavam a vida mais difícil. Isso era muito frustrante…

Eu acho que essa é uma história comum na tecnologia, mas também sei que não é a única. Eu acredito que muito bem se faz criando-se software. E tenho amigos que admiro e vejo felizes construindo suas máquinas virtuais de ajudar os outros.

Mas acho também que há algo intangível que permeia a história de cada um. E na minha história, software não estava produzindo o que me fazia sentir realizado. E, vejam, a experiência que eu tinha é que o que estava carente de atenção, nos lugares onde passei, eram as relações humanas, que precisavam estar fortalecidas e maduras antes de qualquer coisa.

Foi aí que mudei.

Desde então trabalho com pessoas, com educação e com desenvolvimento humano, ajudando-as a encontrarem suas verdades, enxergarem além das crenças que carregam, melhorarem suas conexões e serem mais honestas, fortes e íntegras, no sentido de terem a consciência sobre e um alinhamento do que pensam, o que sentem e o que fazem no mundo. Acredito que fiz bem.

André Moura – mini-currículo

Engenheiro de formação (Mackenzie), André Moura é mediador do Instituto Mediativa, integrante da Sociedade Brasileira de Dinâmicas de Grupos, associado do Instituto Appana de coaching e mestre em Inteligência Artificial pela USP. Cantor de karaokê, toca mais de 5 instrumentos musicais, é professor de gafieira, foi técnico de futebol amador adulto, tendo na carreira 2 títulos. Conhece a Chapada Diamantina e a Chapada dos Veadeiros, já fez a trilha do Ouro e o caminho Inca até Machu Pichu. Gosta de se aventurar no mato e tem vezes que fica perdido por dias. Foi o melhor jogador de futebol no mundo até os 10 anos de idade. Conhece Singapura, Nova York, a Escandinávia, o sul da França, Chile, Argentina. Surfou na Costa Rica e no Havaí, na Guarda-do-Embaú e em todo o litoral paulista. Quase morreu afogado algumas vezes. Exímio jogador de frescobol. Gosta de andar de bicicleta na ciclovia da Faria Lima. Participou de 4 empreendimentos, 2 deram errado, outros 2, ainda estão andando. É uma das pessoas com a escuta mais silenciosa e presente que conheço. Trabalhou com Design Thinking, criação de sites, desenvolvimento de software, consultoria de TI, foi professor, contador de história, tradutor. É co-autor do blog Conversas Difíceis. Vice campeão da olimpíada estadual de matemática para alunos da sexta série. Aos 25 anos montou o cubo mágico sem a ajuda de ninguém, nem qualquer informação especial (demorou 2 anos para conseguir). Tem ajudado as pessoas a encontrarem caminhos em seu conflitos e a verem a vida com mais leveza e possibilidades.